Poucas biografias apresentaram tantas margens a histórias fantásticas quanto a de Marco Polo (1254-1324). Ele nasceu na Itália, provavelmente em Veneza, no Século XIII e ao longo da sua vida foi mercador, em seguida embaixador e explorador. Seu talento mercante o atraiu à Ásia, continente naquela época considerado exótico e misterioso: foi o suficiente para que ele se tornasse não apenas o primeiro europeu a chegar à china, mas também que tenha sido objeto de especulação e de histórias, muitas das quais ele mesmo contou.
Na pena fantástica de Augusto Cury, somente alguém com estas prerrogativas estaria à altura ficcional de encontrar, dialogar e nos passar importantes lições de outra personagem histórica tão fascinante quanto seus feitos: Jesus Cristo (1-33). Aqui Cury explora os meandros mentais para mostrar como Jesus nos ensina sobre resiliência, poder, humildade entre outros temas, ao passo em que mostra a Marco Polo o tamanho da responsabilidade de ser e transformar vidas.
Augusto Cury (1958) é um dos nomes mais importantes da atualidade no que diz respeito à saúde mental. Na verdade, sua produção não se limita a psiquiatria, sua área de formação principal. Ele produz também na área da docência e nos brinda em conhecimentos a partir dos seus livros, abraçando temas como religiosidade, auto estima, e, evidentemente, melhoramento pessoal. A cada obra, Cury amplia a percepção dos sujeitos sobre si mesmos e sobre o poder de uma mente transformada.
Uma grande contribuição do autor à realidade que contempla seus ensinamentos, a teoria da inteligência multifocal, tem sido amplamente utilizada tanto por profissionais de saúde mental e emocional, quanto por professores no país inteiro. Basicamente ele afirma que o desenvolvimento emocional das crianças, adolescentes e adultos precisa ser colocado em prioridade, tendo em vista que a escola não deve apenas instruir, mas também ensinar a viver.
Uma recomendação ao leitor é: Cury é um ótimo profissional e seu sucesso é inegável, porém, é importante conhecer profissionais da área de saúde mental e emocional que lastreiem seus conhecimentos também em bases consolidadas pela teoria. Este é um dos principais pontos de crítica à teoria da inteligência multifocal – a qual não tem ainda uma validação científica, embora não se proponha a ser uma teoria que tenha objetivo de “somar” aos demais aspectos da pesquisa acadêmica.
| Nº de páginas: 219 | Tipo de Arquivo: .PDF. |
| Editora: Sextante. | Link para Download |
| Idioma da obra: Português. | Disponível para Kindle? Sim. |
| Adaptação para TV/Cinema: Não. |
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