A prosa de Gabriel García Marquez é reconhecida internacionalmente. Literatura da melhor qualidade, reúne, no bojo de suas narrativas, aspectos que formaram a infância e a juventude do autor, misturando elementos de base histórica e lógica, com elementos fantásticos, que o autor cria, ou que absorve de ouvir de seus contemporâneos ou antigos.
É por isso que em Ninguém Escreve ao Coronel (1961), o lirismo ainda inexperiente de Marquez já é evidente e prenunciador das suas maiores construções, como se pode observar no vindouro Cem Anos de Solidão (post #989) Nobel de Literatura e, provavelmente, a sua obra mais conhecida. Na novela, o coronel, proprietário de um galo de briga, herança do filho perdido, é um prodígio, mas também uma fonte incomensurável de despesas.
Enquanto espera uma pensão do Estado pelos serviços prestados, vivendo de créditos, o coronel ensina em sua história, elementos do trato com o humano, da transmutação dos dias e sobre como é a vida, a convivência e, principalmente, os bônus e ônus de se ter uma vida baseada em esperança, bem como os limites que impõem uma desilusão.
| Nº de páginas: 75 | Tipo de Arquivo: .PDF. |
| Editora: Abril | Link para Download |
| Idioma da obra: Português. | Disponível para Kindle? Sim. |
| Adaptação para TV/Cinema: Não. |
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