A história humana pode ser definida também como a História da Economia. Esta, por sua vez, foi classificada por Karl Marx como a História do Capitalismo. Em suma, o capital é o que move o mundo. Porém, como toda criação humana, as mudanças no capital seriam uma consequência decorrente do status apresentado em decorrência da evolução psicossocial da humanidade. Saímos de coletores e caçadores, criadores de ovelhas para, no século XVIII, inaugurarmos a era do capital financeiro.
O que Dowbor propõe é que a evolução não foi positiva em todos os sentidos, uma vez que o capital se mesclou de uma coisa material – a moeda – para se tornar, no século XXI, uma abstração, na qual o dinheiro fictício (que não possui uma liquidez imediata) ganha enorme poder e passa a sustentar-se a si mesmo. Porém, provavelmente o maior ponto negativo do capital improdutivo – aquele que não vem de bens ou comodities, mas da especulação financeira – é o espectro de neocolonialismo dominador que paira sobre a sua aplicação paulatina nos Estados, quase sempre ocasionando degeneração e enfraquecimento de suas estruturas primárias.
Nº de páginas: 253
Tipo de Arquivo: .PDF.
Editora: Outras Palavras; Autonomia Literária
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